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Integrante de facção criminosa é condenado a 12 anos de prisão pela prática de homicídio mediante promessa de recompensa

Atualizado em 21/10/2021 18:09

Durante sessão de julgamento realizada nesta quinta-feira, 21, no Fórum de Palmas, o Conselho de Sentença acatou as teses sustentadas pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) e condenou Jairon de Sousa Silva, conhecido como Guerreiro, membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), a 12 anos de prisão, pelo homicídio de Epitácio Torres da Costa, ocorrido na Quadra 605 Norte, em Palmas.


O promotor de Justiça André Ramos Varanda sustentou a tese de homicídio duplamente qualificado: promessa de recompensa, no valor de mil reais, e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa do ofendido, ao disparar com arma de fogo, por três vezes, pelas costas da vítima, resultando em sua morte.


O crime aconteceu em setembro de 2016, após Jairon ser contratado por Ronyelles Venâncio Gomes para assassinar Epitácio, por conta de uma dívida de tráfico de drogas entre a vítima e o contratante. A efetivação do crime aconteceu nos fundos de um supermercado localizado na mesma quadra.


Condenação
O Tribunal do Júri condenou Jairon a 12 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. Ao réu, que está preso na Unidade Penal de Palmas, foi negado o direito de recorrer em liberdade.