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MPTO aplica pesquisa para a identificação étnico-racial do seu quadro de membros e servidores

Atualizado em 12/08/2020 10:22

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) disponibilizou uma pesquisa interna online (acessível AQUI) voltada a conhecer a identificação étnico-racial do seu quadro de membros, servidores e estagiários, bem como a saber qual a percepção destes integrantes acerca de assuntos como cotas e representatividade racial no ambiente institucional.


A pesquisa foi idealizada pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor, da Cidadania, dos Direitos Humanos e da Mulher (Caoccid), Jacqueline Orofino da Silva Zago de Oliveira, e servirá de base para o desenvolvimento de uma política institucional de equidade étnico-racial, que inclua ações afirmativas e de conscientização.


O trabalho do Caoccid parte do reconhecimento da necessidade da promoção de uma gestão democrática institucional, na perspectiva inclusiva, antirracista e de valorização dos direitos humanos. A aplicação da pesquisa fundamentará todo o trabalho posterior, que precisa partir de um diagnóstico acerca do  autorreconhecimento e da autodeclaração etnico-racial dos membros e servidores.

A iniciativa está em consonância com movimentação do Ministério Público brasileiro no sentido de promover uma democratização inclusiva interna, possibilitando às pessoas a conscientização necessária para que se orgulhem e se reconheçam como são, em seu gênero, sexualidade e raça, em sua aparência e em sua essência, diversa, plural, racial e humana. Também visa difundir o entendimento que não há democracia sem diversidade, sem pluralismo e sem equidade étnico-racial. (Flávio Herculano)