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Ministério Público do Estado do Tocantins

Destaque

“Não basta ser pessoa equilibrada, você tem que ser investidor”, disse o consultor financeiro aos servidores do MPE durante palestra

Denise Soares


Como sair do endividamento, ser uma pessoa equilibrada e, melhor ainda, ser um investidor? Esses foram alguns dos assuntos tratados pelo Consultor Financeiro Fábio Martins que, na manhã desta quinta-feira, 10, proferiu palestra aos integrantes do Ministério Público do Tocantins com o tema “Inteligência Financeira”. O evento foi promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Cesaf).


O tema já é bem comum a todos os consumidores, principalmente em função de uma crise financeira que atingiu a sociedade, em especial a classe média, mas foi importante porque despertou uma reflexão sobre os gastos rotineiros. “Não são os grandes gastos que levam ao endividamento, mas os pequenos, aqueles sobre os quais não temos controle”, disse, referindo-se a compras desnecessárias que fazemos diariamente, sem perceber o quanto pesam no orçamento do mês.


Segundo ele, existem três perfis de pessoas: os Endividados, aqueles que gastam além do que ganham e estão sempre no limite do cheque especial; os Equilibrados, ou seja, pessoas que não devem, mas também não possuem reservas; e os Investidores, aqueles que fazem reserva mensal de pelo menos 10% dos rendimentos. “Opte em ser um investidor, se você tem um sonho a ser realizado”, frisou.


O índice de 70% de famílias brasileiras endividadas foi utilizado para demonstrar também que além de noites mal-dormidas, o endividamento é responsável pela grande maioria dos conflitos familiares, com destaque para os divórcios. “Se não paramos com o ciclo do incontentamento, seremos pessoas infelizes”, disse sobre o consumismo exagerado.


A orientação repassada é que cada indivíduo faça um autorretrato da vida financeira como forma de se ter a dimensão do endividamento. A servidora Juliana Guimarães diz ter tirado proveito dos ensinamentos “Foram muito importantes, pois temos que rever toda a nossa avaliação financeira e separar o que é necessidade e o que é supérfluo.”



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