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MPTO promove roda de conversa sobre atendimento a adolescentes em situação de violência autoprovocada

Atualizado em 28/09/2022 14:25

Equipes técnicas, coordenações e cuidadores sociais que atuam nos serviços de acolhimento institucional de crianças e adolescentes do município de Palmas participaram, no Ministério Público do Tocantins (MPTO), de uma roda de conversa sobre autocuidado e atendimento a adolescentes em situação de violência autoprovocada, ideação suicida e transtorno de personalidade (borderline). O diálogo foi mediado pela psicóloga Leny Meire Correa Molinari Carrasco, especialista no assunto.


O encontro foi articulado pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias da Infância, Juventude e Educação (Caopije), nesta terça-feira, 27, com o propósito de preparar equipes para acolher da melhor forma possível as crianças e adolescentes que chegam nos serviços com esse tipo de histórico ou demanda.


Segundo o coordenador do Caopije, promotor de justiça Sidney Fiori, é importante ressaltar que, nos últimos dois anos, a demanda por esse tipo de atendimento tem aumentado nos centros de acolhimento, por isso é necessário que os gestores invistam na formação continuada das equipes.


“Na roda de conversa, a psicóloga Leny Molinari lançou luzes sobre como deve ser a abordagem e o cuidado com esses adolescentes, que muitas vezes são agressivos, não porque sejam pessoas más, mas porque estão em grande sofrimento pelo histórico de violações que sofrem, por isso é importante que estejamos preparados para acolher de forma humanizada e sem juízo de valor”, destacou a analista em Desenvolvimento Social do Caopije, Laidylaura Pereira de Araújo.


Leny Carrasco atua na área técnica da gerência de Saúde Mental da Secretaria de Saúde de Palmas (Semus) e destacou que é preciso se sensibilizar e entender que o suicídio é um problema de saúde, ele não é criado pela pessoa, e sim um sintoma de algo que ela não tem controle. (Daianne Fernandes - Ascom/MPTO)