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Situação no Hospital de Dianópolis se agrava e MPTO volta a requerer urgência na regularização de atendimento médico

Atualizado em 31/07/2020 18:29

Um dia após ajuizar Ação Civil Pública requerendo que o Estado proceda à  regularização da escala de médicos no Hospital Regional de Dianópolis, o Ministério Público do Tocantins reiterou o pedido à  Justiça para a concessão de liminar em razão do agravamento da situação. Nesta sexta-feira, um paciente asmático crônico deixou de ser atendido porque a unidade de saúde está sem médico  há cinco dias consecutivos.


A informação foi repassada à Promotora de Justiça Luma Gomides, dando conta de que o paciente, com saturação de 85%, encontrava-se na unidade de saúde do município necessitando ser encaminhado para o Hospital, no entanto, o HRD se recusou a receber o paciente porque não havia médico  disponível e também se recusou a realizar a regulação para o encaminhamento do paciente a outro hospital. Destaca-se que o procedimento só é feito de hospital para hospital. “O Ministério Público reitera os termos da inicial, inclusive quanto aos pedidos de antecipação de tutela, e requer que seja determinado ao Estado a adoção de providências urgentes para garantir o recebimento do paciente em unidade hospitalar, visando garantir os direitos à vida e à saúde”, declarou a promotora de Justiça Luma Gomides, titular da 2ª promotoria de Justiça de Dianópolis


Da ação


A ação civil pública ajuizada na quinta-feira, 30, requer que o Estado do Tocantins regularize a situação dos atendimentos clínicos no Hospital Regional de Dianópolis, tendo em vista que o serviço está sendo realizado atualmente por apenas um profissional. Uma inspeção realizada esta semana verificou que os atendimentos  à população estão comprometidos e que a Unidade fica por vários dias sem profissional médico escalado para os atendimentos, porque dos 10 médicos, cinco encontram-se afastados e outros quatro atendem somente a especialidades.


O Hospital Regional de Dianópolis é referência para outros sete municípios da região sudeste do Estado e, atualmente, quem precisa de atendimento está sendo orientado a procurar os hospitais de Porto Nacional e de Palmas. (Denise Soares)