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Equipe multidisciplinar discute últimos detalhes para execução do projeto de combate à violência doméstica e familiar

Atualizado em 14/06/2019 16:37


Profissionais de diversas áreas reuniram-se na manhã desta sexta-feira, 14, na sede do Ministério Público do Tocantins (MPTO), em Palmas, para definir os últimos detalhes antes de dar início à execução do projeto “Desconstruindo o mito de Amélia: práticas de reabilitação de pessoas agressoras nos casos de violência doméstica e familiar”. As rodas de terapia coletivas serão iniciadas no mês de agosto.


Hoje o Núcleo Maria da Penha trouxe sugestões de temas a serem trabalhados pelos profissionais diretamente envolvidos com os agressores. Dessa forma, foi possível puderam sugerir alterações e, assim, fechar uma programação para os dez encontros com cada grupo de homens, a serem realizados a partir de agosto”, explicou a coordenadora do Núcleo Maria da Penha do MPTO, promotora de Justiça Jacqueline Orofino.


A iniciativa é do Núcleo Maria da Penha e visa à recuperação do agressor, por meio da criação de grupos de diálogo com os autores de violência e do acompanhamento com equipe multidisciplinar, além de ações voltadas para a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e em cursos de alfabetização e profissionalizantes.


O entendimento do projeto é de que, além de ações voltadas à defesa e proteção da vítima, é necessário quebrar o ciclo da violência doméstica desde sua origem.


São parceiros do projeto o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública do Estado, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Secretaria Estadual de Segurança Pública, a Secretaria Estadual de Cidadania e Justiça, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Secretarias Estadual e Municipal de Saúde e Polícia Militar.


Para Adriana Santos, Major da PMTO, o processo de construção coletiva é essencial para que o trabalho seja feito da melhor maneira. “Poder dar nossa sugestão sobre a metodologia e quanto aos temas abordados garante maior afinidade com o projeto”, comentou a militar.