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MPTO prestigia “Justiça Cidadã” em Ponte Alta

Atualizado em 09/09/2019 18:45

MPTO participa do “Justiça Cidadã” em Ponte Alta




A chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, promotora de Justiça Cynthia Assis de Paula, representando o Ministério Público do Tocantins (MPTO), participou na manhã desta segunda-feira, 09, em Ponte Alta, da 5ª edição do “Justiça Cidadã”. O projeto do Poder Judiciário objetiva percorrer todas as comarcas do Estado, levando atendimento à comunidade, realizando palestras e treinamentos com magistrados e servidores.



Na abertura, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, destacou a importância de ofertar os serviços do Judiciário e ouvir a população com o objetivo de construir o Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça do Tocantins para o ciclo 2021/26. A participação da comunidade vem acontecendo em todas as edições do Projeto Justiça Cidadã, por meio do preenchimento de formulários que são distribuídos durante as audiências públicas, das quais participam magistrados, servidores, integrantes do Sistema de Justiça e populares.


Ao dar as boas-vindas, o juiz e diretor do foro da Comarca de Ponte Alta, Jordan Jardim, reforçou a importância do Projeto Justiça Cidadã. “O que me deixa mais entusiasmado é a oportunidade de trazer a população para participar do Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça, o que mostra, de fato, o interesse da gestão em ouvir a comunidade”, afirmou o magistrado.


A chefe de gabinete do procurador-geral, promotora de Justiça Cynthia Assis de Paula, falou sobre as medidas de redimensionamento e equalização da força de trabalho como forma de tornar mais eficiente o serviço da Justiça, bem como da nobre importância para o povo tocantinense em receber os representantes do Sistema de Justiça e se verem contemplados com ações de cidadania como as que são desenvolvidas no Projeto. “Trata-se de efetivação do Princípio Democrático ouvir a população sobre os temas que devem ser objeto de maior atenção, ampliação por parte do Sistema de Justiça, vez que vivem a realidade local e podem manifestar-se sobre temas tão caros, como combate à corrupção e proteção à infância”, concluiu.